Sobre o diretor

Marcelo Pinheiro trabalha profissionalmente como diretor, roteirista e produtor de cinema, vídeo e televisão desde 1989. Atuando intensamente no mercado do audiovisual brasileiro, o realizador acumula em seu currículo diversos filmes de cinema premiados além de centenas de peças para publicidade, mais de 10 campanhas políticas, programas de entrevista e de auditório, registros de espetáculos teatrais e de dança e projetos autorais aprovados em editais de audiovisual. Sua formação em Psicologia permeia sua habilidade nas relações interpessoais, seja na direção cuidadosa de atores ou na comunicação eficiente com equipe, clientes e agências.


CONTATO: marceloppf@yahoo.com.br

domingo, maio 17

26º Cine PE: Xirê e Bajado premiados

CINE PE 2015 – A NOITE DE MARCELO PINHEIRO, DIRETOR DE BAJADO E DE XIRÊ + OS PRÊMIOS DE MARÃO E CINTIA DOMIT BITTAR

https://almanakito.wordpress.com/2015/05/09/cine-pe-2015-a-noite-de-marcelo-pinheiro-diretor-de-bajado-e-de-xire-os-premios-de-marao-e-ci-ntia-domit-bittar/
CINE PE 2015 – Marcelo Pinheiro (na foto acima), irmão da cineasta e diretora de arte Renata Pinheiro (Amor, Plástico e Barulho, SuperBarroco, Praça Walt Disney), subiu várias vezes ao palco do Cine São Luiz para receber prêmios por seus dois curtas: XIRÊ, que concorreu na Mostra Pernambucana, e BAJADO, da competição nacional. Diretor de apenas três curtas (e de dezenas de vídeos) ele foi, entre os integrantes da geração que consagrou Lírio Ferreira, Claudio Assis, Marcelo Gomes, Paulo Caldas e Renata Pinheiro o único que ainda não realizou um longa-metragem. Tem dois projetos em fase de captação de recursos financeiros.
O primeiro prêmio entregue a Marcelo foi o Aquisição do CANAL BRASIL (R$15 mil, trofeu e exibição no canal dedicado ao cinema brasileiro). O filme laureado foi BAJADO. Depois, ele subiu ao palco para receber o PREMIO ABRACCINE de melhor curta, por XIRÊ. Vale lembrar que o juri da Associação Brasileira de Críticos de Cinema analisou todos os curtas independente de estarem na mostra pernambucana ou nacional. A Abraccine deu ainda menção honrosa a “O Poeta Americano”, curta de Lírio Ferreira, sobre a paixão de João Cabral de Mello Neto pelo América pernambucano (de camisa verde, e não vermelha como seus irmãos espalhados pelo país).
Marcelo Pinheiro subiu ao palco para receber também o Prêmio dos Cineclubes, atribuído pela Federação de Cineclubes de Pernambuco, que atribuiu menções honrosa a “Salu e o Cavalo Marinho”, de Cecília da Fonte (vencedor do Prêmio do Juri Popular), “História Natural”, de Júlio Cavani, e “Vestibular”, dos paulistanos Toti Loureiro e Ruy Prado. BAJADO fez jus, ainda, ao prêmio de melhor trilha sonora, de Eduardo Braga. Ao agradecer o trofeu, Marcelo lembrou a composição que encerra o filme, um frevo sinfônico do Maestro Clóvis Pereira. E contou que vai doar os R$15 mil recebidos do Canal Brasil à filha de Bajado, que vive de forma modesta em Olinda. E que os Cineclubes pernambucanos poderão exibir em todos os clubes de cinema do Estado, seus dois filmes (XIRÊ E BAJADO). O mesmo procedimento foi adotado pelos pernambucanos Julio Cavani e Cecília da Fonte, que disponibilizaram HISTORIA NATURAL e SALU E O CAVALO MARINHO.
Na categoria CURTA NACIONAL, dois filmes dividiram os principais prêmios: ATÉ A CHINA, animação do carioca Marão (melhor curta, melhor roteiro) e “O Segredo da Família Urso”, da catarinense Cíntia Domit Bittar (melhor direção, atriz, direção de arte e som). ******VEJA MAIS FLASHES SOBRE O CINE PE 2015 no Blog Almanakito.

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